terça-feira, 11 de junho de 2013
Eu sou do tempo em que esperava ansioso pelas revistas Playboy.
A Playboy era uma revista com preliminares, não se ia até as páginas centrais de imediato. Folheava-se a revista, eu gostava de ler as cartas dos leitores, entrevistas, ótimas por sinal, matérias interessantes, não era uma revista de putaria, era uma revista sensual, elegante. Para só depois chegarmos as divas.
J.R Duran, como sabia explorar a beleza do corpo feminino.
E não parava nas mulheres nuas, você queria ler mais sobre a revista, sabendo-se que depois também haveria as coelhinhas, depois as 20 perguntas, que era como uma segunda entrevista, e finalmente as piadas final.
O fim da Playboy não se dá simplesmente a esta geração de internautas que não saboreiam mais uma boa preliminar punhetística, dá-se também aos fins dos pelos pubianos em publicações eróticas.
Nunca mais tive uma boa conversa sobre a depilação da edição de maio, ou julho.
Chega ao fim a geração "páginas grudadas", chega ao fim os posters, chega ao fim as coleções de Playboy. E definitivamente assume uma geração explícita sexualmente, em que não teve as noites de sexta-feira esperando um pseudo sexo de Emanuele, e ao fim aos que sabiam apreciar pelos pubianos.
Estará sempre guardado em minha memória e meu guarda roupa, MaitêProença, Carla Peres, Adriane Galisteu, ALESSANDRA NEGRINE E FLÁVIAALESSANDRA.
Bons momentos tivemos juntos.
Estou me sentindo meio viúvo
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